Vasco! O que nos espera?
Amigos vascaínos, chegamos a
última rodada necessitando vencer nosso jogo e ainda torcer para que duas
outras equipes não vençam seus jogos.
Não quero me ater a análise
das circunstâncias, bem como a “atmosfera”, e os interesses de cada equipe
envolvidos direta e indiretamente nestes dois jogos (Corinthians x Avaí e
Figueirense x Fluminense), pois tratam-se de fatores externos, totalmente
alheios ao nosso interesse, e, principalmente controle.
No momento, o único fator
que está sob nosso controle, jogadores e torcedores, é a vontade imensa e
intensa de permanecer na primeira divisão;
no mais, tudo esta fora do nosso alcance, totalmente sem controle algum.
Pior, o estado de nervos que
de todos toma conta, somado a angústia e tensão podem afetar o nível de
concentração, prejudicando o desempenho e colocando em risco o último fio de
esperança.
Torço pelo clube, não torço
pelo presidente. Torço, sim, por sua administração que seja justa, democrática
e profícua; assim ganham clube e torcida. Penso que a figura do dirigente é tal
qual a do árbitro, se muito aparece, mormente o é mais por erros do que
propriamente por acertos. E, no caso de dirigentes, em particular do vascaíno,
mais pelo que fazem e/ou falam (de errado).
Disto cerca de 1.500km de
São Januário, porém pelo que acompanho através das mídias, politicamente o
Caldeirão está sempre a ferver, tal qual na política brasileira, onde situação
e oposição, além de nunca se entenderem, estão mais interessadas nos projetos
pessoais que propriamente nacionais, em nosso caso, projetos para o bem do
clube.
Diz o dito popular que “em
boca fechada não entra mosca”; nosso presidente, sim nosso presidente, pois
embora não goste, é ele quem gere (?) meu querido Vasco da Gama, a esta altura
deve estar com a boca entalada de moscas, de tanto arroubo.
E no caso de queda, que é o
mais provável, os culpados serão o presidente e os que o elegeram. Seu modo de
administrar era conhecido. Se no passado não dera muito certo, não haveria de
ser agora que daria; portanto era previsível o que esta se sucedendo.
Tomara que não, mas a queda
será para o doutor uma lição, para o time um castigo e para a torcida um
desastre imerecido. Mas, talvez, os culpados nem estejam tão preocupados assim.
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