terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Vasco! O que nos espera?

Amigos vascaínos, chegamos a última rodada necessitando vencer nosso jogo e ainda torcer para que duas outras equipes não vençam seus jogos.

Não quero me ater a análise das circunstâncias, bem como a “atmosfera”, e os interesses de cada equipe envolvidos direta e indiretamente nestes dois jogos (Corinthians x Avaí e Figueirense x Fluminense), pois tratam-se de fatores externos, totalmente alheios ao nosso interesse, e, principalmente controle.

No momento, o único fator que está sob nosso controle, jogadores e torcedores, é a vontade imensa e intensa de permanecer na primeira divisão;  no mais, tudo esta fora do nosso alcance, totalmente sem controle algum.

Pior, o estado de nervos que de todos toma conta, somado a angústia e tensão podem afetar o nível de concentração, prejudicando o desempenho e colocando em risco o último fio de esperança.

Torço pelo clube, não torço pelo presidente. Torço, sim, por sua administração que seja justa, democrática e profícua; assim ganham clube e torcida. Penso que a figura do dirigente é tal qual a do árbitro, se muito aparece, mormente o é mais por erros do que propriamente por acertos. E, no caso de dirigentes, em particular do vascaíno, mais pelo que fazem e/ou falam (de errado).

Disto cerca de 1.500km de São Januário, porém pelo que acompanho através das mídias, politicamente o Caldeirão está sempre a ferver, tal qual na política brasileira, onde situação e oposição, além de nunca se entenderem, estão mais interessadas nos projetos pessoais que propriamente nacionais, em nosso caso, projetos para o bem do clube.

Diz o dito popular que “em boca fechada não entra mosca”; nosso presidente, sim nosso presidente, pois embora não goste, é ele quem gere (?) meu querido Vasco da Gama, a esta altura deve estar com a boca entalada de moscas, de tanto arroubo.

E no caso de queda, que é o mais provável, os culpados serão o presidente e os que o elegeram. Seu modo de administrar era conhecido. Se no passado não dera muito certo, não haveria de ser agora que daria; portanto era previsível o que esta se sucedendo.

Tomara que não, mas a queda será para o doutor uma lição, para o time um castigo e para a torcida um desastre imerecido. Mas, talvez, os culpados nem estejam tão preocupados assim.